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Sexta-feira, 09/01/2026, 20:13

Bebidas alcoólicas lideram ranking de reembolsos corporativos negados em 2025

Além do impacto financeiro, essas tentativas geram retrabalho, custos operacionais e situações delicadas entre equipes financeiras e funcionários.

Por: CBN Prudente
Cenário levanta um debate sobre cultura organizacional |

Cenário levanta um debate sobre cultura organizacional | Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Um levantamento sobre reembolsos corporativos negados em 2025 chama a atenção para um comportamento recorrente dentro das empresas brasileiras: as bebidas alcoólicas lideram a lista de despesas barradas. 

Termos como ‘dose’, ‘cerveja’ e ‘chopp’ concentram centenas de tentativas de reembolso que fogem das políticas internas, indicando que, mesmo com regras claras, ainda há dificuldade de alinhamento entre o que é permitido e o que os colaboradores submetem para ressarcimento.

Além do impacto financeiro, essas tentativas de reembolso geram retrabalho, custos operacionais e situações delicadas entre equipes financeiras e funcionários.

O cenário levanta um debate importante sobre cultura organizacional, comunicação das regras e o uso de mecanismos de controle para evitar despesas inadequadas.

Para falar sobre esse tema, o Estúdio CBN Fronteira, entrevistou o especialista em gestão de viagens e despesas corporativas, Pedro Góes, que falou um pouco mais sobre esse assunto.

 

Especialista em gestão de viagens e despesas corporativas, Pedro Góes | Foto: Reprodução

 

"Nosso estudo analisou quase 100 mil casos de contas bloqueadas no ano passado em um universo onde a Pay Tech gerencia mais de três bilhões de despesas corporativa. A gente percebeu dois principais casos carros onde isso ocorre. Um onde existe uma falta de conhecimento do que que entra na regra corporativa. Por exemplo, você está recebendo um cliente, você tem um jantar, um happy-hour, que está associado a sua estratégia comercial, e quais são os itens que são permitidos dentro daquele contexto considerado hospitalidade e o que é considerado um valor indevido e que a empresa não está disposta a arcar com aquilo [...] E o segundo caso que a gente observa são pessoas que vão testando o limite corporativo", disse Pedro Góes. 

 

Confira a entrevista completa no vídeo abaixo:

CBN Presidente Prudente

 

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