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Nandinho e Neguinho disputam lance no Alaor Ferrari | Foto: Kleber Pigozzi / Dracena Futsal
O Dracena está a um empate do tricampeonato da Liga Paulista de Futsal (LPF). Empurrada pela torcida, a equipe da Cidade Milagre ganhou de 4 a 1 do Barão na noite desta segunda-feira (10), no jogo de ida da final.
Étinho, Kelven, Nandinho e Éric Pacato anotaram os gols dracenenses no Ginásio Alaor Ferrari. Nando fez o único tento ribeirão-pretano.
Os dois times voltam a se enfrentar na sexta (14), às 21h30, no Ginásio José Favaro Júnior, em Ribeirão Preto (SP). Em caso de vitória do Barão (por qualquer placar), a definição do título será na prorrogação. Se der empate no tempo extra, haverá disputa de pênaltis.

Os dois times mostraram logo no primeiro dos quatros tempos da decisão porque são os finalistas. A etapa inicial contou com superioridade do Dracena, que abriu 2 a 0, mas o Barão teve seus momentos e diminuiu o prejuízo na reta final.
Logo na segunda finalização da partida, Nandinho acertou o travessão. Bim se destacava, até que os donos da casa conseguiram vazar a defesa ribeirão-pretana. Na metade do período, Kelven foi para cima, escapou, finalizou sem ângulo, e o goleiro deu rebote. Étinho chutou de primeira, no cantinho, e colocou o 1 a 0 no placar.
O time visitante apresentava dificuldade na hora de criar, mas conseguiu melhorar ao sair mais para o jogo. Neguinho cobrou lateral, Luiz Felipe finalizou forte, e Tiago Loose foi buscar no ângulo. Nando recebeu cara a cara, cavou, e a bola beliscou o travessão.
André Tártaro pediu tempo técnico. Na volta, quase viu sua equipe balançar as redes. Kelvin Bispo finalizou de frente e parou em Loose. Só que o quase empate se tornou gol do outro lado. O arqueiro repôs rapidamente a bola em jogo, lançou Kelven, que dominou e finalizou cruzado. A bola bateu na trave e entrou a 3:39 do intervalo.
Nando continuou tentando do outro lado. Recebeu no pivô, brigou com a defesa e caiu na área. A arbitragem nada marcou. A persistência do camisa 4 deu resultado na entrada do minuto final. Kelven errou na invertida de bola na frente da área, Nando roubou e finalizou no ângulo.

O Dracena voltou com mais presença ofensiva e trocas de passes envolventes. Criou três chances nos primeiros cinco minutos. Passada a pressão inicial (nem tanta pressão assim), Sono quase empatou. Ele recebeu lançamento, finalizou cruzado, e o goleiro dracenense salvou.
O Barão passou a ficar mais com a bola, e as chances diminuíram. Na metade do segundo tempo, as duas equipes mostraram bastante aplicação tática, com as defesas sobressaindo. A equipe da casa voltou a criar.
Áquila tabelou com Gu Cardozo, recebeu na frente de Bim e parou no arqueiro. A equipe visitante pediu tempo técnico. Seis minutos antes do fim, Beto entrou de goleiro-linha, mas a equipe bobeou, ficou com seis jogadores em quadra, Welitinho tomou cartão, e a bola voltou para o Dracena.
Retomada a tática do goleiro-linha, o time de Ribeirão Preto trocou passes em busca do empate. A equipe mandante se defendeu. Roubou a bola e ampliou o placar 3:39 antes do fim. Nandinho recuperou no meio da quadra e finalizou ao gol aberto.
Houve uma conversa entre os árbitros antes da validação do tento, se a bola não teria pegado no braço de Nandinho. A decisão foi pela marcação do terceiro gol dracenense, para revolta de André Tártaro, que levou amarelo.
Os dracenenses tiveram a chance de ampliar em uma cobrança de falta. Os ribeirão-pretanos tentaram as últimas cartadas. Em uma dessas tentativas frustradas, Pacato ficou com a bola, finalizou da própria área ao gol aberto e saiu para o abraço.
Beto e Neguinho ainda tentaram diminuir. Os chutes pararam nas mãos e no peito de Tiago Loose. Neguinho teve mais uma chance, cortou a defesa e finalizou para fora.